viernes, 30 de marzo de 2012

Rosário dá a bem-vinda ao Matrimônio igualitário internacional. Requisitos

Rosário dá a bem-vinda ao Matrimônio igualitário internacional

Quem pode se casar na Argentina?
A partir da sanção da Lei Nº 26.618 (21 de Julho de 2010) qualquer casal —que cumpra com os requisitos estabelecidos no Código Civil— pode se casar legalmente, independentemente do sexo, orientação sexual ou identidade de gênero das partes.
Portanto, a partir desta lei —popularmente conhecida como ‘Matrimônio Igualitário’— tanto as pessoas heterossexuais, como gays, lesbianas, bissexuais, travestis, transexuais e trans-gêneros podem se casar.

Em que estados rege a Lei de Matrimônio Igualitário?
Ao constar no Código Civil argentino, a lei de Matrimônio tem vigência em toda a República Argentina, independentemente da cidade ou estado onde a pessoa quiser celebrar a união. Nosso país também tem acordos de reciprocidade com diversas nações do mundo, em muitas delas têm validez os matrimônios celebrados no nosso país.

Os/as estrangeiros/as não residentes (turistas) podem se casar na Argentina?
Dos quatorze países que no mundo garantem o acesso igualitário ao matrimônio para todos os casais, somente o Canadá, a Argentina e o Nepal permitem aos estrangeiros e às estrangeiras não residentes (turistas) celebrá-lo. Porém, recentemente um decreto do governo canadense restringiu a celebração dos matrimônios igualitários de estrangeiros provenientes de países onde não regem leis equivalentes.
Na nossa normativa o Artigo 20 da Constituição Nacional estabelece que “Os estrangeiros gozam no território da Nação de todos os direitos civis do cidadão; podem (…) experimentar e casar-se conforme as leis…”. É importante saber que as leis argentinas não acrescentam nenhum requisito particular nem faz nenhuma diferença para os matrimônios entre pessoas estrangeiras.[1]
Adicionalmente no mês de março de 2012 a Direção de Registro Civil do governo do estado de Santa Fe emitiu a resolução …/2012 através do qual se comunica ao funcionário autorizado para a celebração de matrimônios no território estadual que para o caso daqueles que desejem casar-se e sejam pessoas estrangeiras —residentes transitórios— “aos efeitos do exercício do direito a casar-se por parte de casais de estrangeiros não residentes, se admitirá como prova de residência temporária a cópia do passaporte com o carimbo de ingresso ao país ou o duplicado do cartão de migrações, onde conste data de ingresso ao país, endereço no qual permanecerá ao menos um dos cônjuges e prazo de estadia no nosso país”.
É desta maneira que qualquer casal de turistas pode casar-se legalmente em qualquer Registro Civil do Estado de Santa Fe. No resto do país, embora a Constituição Nacional o habilita explicitamente, podem pelo momento surgir obstáculos administrativos que posterguem ou impeça a celebração do matrimônio.

Quais são os requisitos para o matrimônio de estrangeiros?
Como se explicou anteriormente, em todas as dependências do Registro Civil do Estado de Santa Fe podem celebrar-se matrimônios entre duas pessoas estrangeiras não residentes (turistas) prévio ao qual algum ou alguma das partes deverá declarar o domicilio no qual permanecerão durante sua estadia no estado (podendo ser ele o endereço do hotel onde permanecerão hospedados).
Quando eles estiverem na cidade correspondente uma das partes deverá obter um turno no escritório local do Registro Civil através da apresentação dos documentos de identidade (países do Mercosul) ou Passaportes (para os outros países) e cópia do ingresso ao país onde constem os dados antes mencionados.
O casal também deverá realizar o exame pré-nupcial, para o qual deverá obter um turno no CEMAR (Secretaria de Saúde Municipal) com 72 hs de antecipação à celebração do casamento.
Em síntese os casais de estrangeiros não residentes (turistas) que desejem celebrar seus matrimônios em qualquer Registro Civil do Estado de Santa Fe deverão chegar ao estado pelo menos 96 hs antes de celebrar a união.
Os turnos de matrimônio e exames pré-nupciais podem ser pré-reservados através da Federação Argentina LGBT (www.lgbt.org.ar / federacion@lgbt.org.ar), a Área da Diversidade Sexual Municipal (www.diversidad.gov.ar / diversidad@rosario.gov.ar), a Entidade Turística de Rosário (www.rosarioturismo.com ) e as organizações que trabalham em matéria de direitos de LGBT no estado.


[1] O Código Civil em seu Artigo 186 estabelece que “Os que pretendam casar-se legalmente apresentarão diante o oficial público encarregado do Registro do Estado Civil e Capacidade das Pessoas, no endereço de qualquer um deles e apresentarão uma solicitude que deverá conter: 1° Seus nomes e sobrenomes e os números de seus documentos de identidade se os tiverem; 2° Sua idade; 3° Sua nacionalidade, seu endereço e o lugar de seu nascimento; 4° Sua profissão; 5° Os nomes e sobrenomes de seus pais, sua nacionalidade, os números de seus documentos de identidade se os conhecesse, sua profissão e seu endereço; 6° Se antes foram casados ou não, e em caso afirmativo, o nome e sobrenome de seu anterior cônjuge, o lugar do casamento e a causa de sua dissolução”.

Rosario welcomes international equal marriage. Requirements

Rosario welcomes international equal marriage

Who can get married in Argentina?
Thanks to the passing of law 26,618 on July 21, 2010, any couple that complies with the requirements set by the Civil Code can exercise their right to marry irrespective of the biological sex, sexual orientation or gender identity of the intending spouses.
This law (also known as marriage equality law) recognizes the right to marry of heterosexuals, gays, lesbians, bisexuals, transexuals and transgendered persons.

In which provinces does this law apply?
Argentine marriage law is included in our Civil Code. Therefore, it applies throughout the country, irrespective of the city or province where intending spouses may chose to marry. Our country has entered into arrangements of reciprocal nature with different countries where a marriage celebrated in Argentina is considered valid.

Can non resident aliens (tourists) get married in Argentina?
Fourteen countries worldwide guarantee equality marriage rights to all couples. However, only Canada, Argentina and Nepal allow marriage of non-resident aliens (tourists). A recent decree issued by the Canadian government has restricted equal marriage of foreigners born in countries that do not have similar laws in place.
Article 20 from our National Constitution establishes that “in Argentina’s national territory, foreigners enjoy of all citizen's civil rights; therefore, they can (….) grant a will and marry pursuant  to the laws… ″ Argentine laws do not establish any particular requirement or make any difference in marriages celebrated between foreigners.[1]
Furthermore, in March 2012, the Civil Registry of the province of Santa Fe issued resolution …/2012 where it informs the personnel authorized to celebrate marriages across the provincial territory that, when intending spouses are aliens (temporary residents) “in order to exercise the right to marry of non resident aliens, a photocopy of the passport showing the stamp placed when entering the country or a duplicate of the migration card with the date of entrance to the country shall constitute evidence of temporary residence, and at least one of the intending spouses,  shall declare the address where he/she will dwell during his/her stay in our country”.
Therefore, any couple of tourists can get married in any Civil Registry in the province of Santa Fe. Although the National Constitution is explicit, there could be administrative obstacles in other parts of the country that would ultimately delay or prevent the exercise of the right to marry.

What requirements should foreigners meet to get married?
As mentioned before, any Civil Registry in the province of Santa Fe can perform a marriage between two non-resident aliens (tourists) if one or both intending spouses declare the address where they will dwell during their stay in the province (their hotel is a valid address).
Once in the chosen city, the intending spouses should get an appointment at the local Civil Registry. To that end, they should present their identity documents (for Mercosur member countries) or passports (for non-Mercosur member countries) and a copy of the form used to enter the country, where the above information is included.
Furthermore, the couple should complete a pre-marital medical exam, at CEMAR (Municipal Secretary of Health) 72 hours before the marriage.
To summarize, non resident couples of aliens (tourists) who wish to get married in any Civil Registry in the province of Santa Fe, should arrive in the province at least 96 hours before their marriage.
Marriage appointment and pre marital medical exam tests can be booked through the Argentine Federation of Lesbians, Gays, Bisexuals and Transexuals (the LGBT) at www.lgbt.org.ar / federacion@lgbt.org.ar),  the Municipal Sexual Diversity Area at (www.diversidad.gov.ar / diversidad@rosario.gov.ar), the Rosario Tourist Board at (www.rosarioturismo.com ) or any other organization involved in LGBT rights in the province.


[1] Article 186 or the Civil Code establishes that “Intending spouses shall come before the public official in charge of the Civil Status and People’s Capacity Registry, at any of their addresses and shall submit an application that should include: 1° their names and surnames and the number of their identity documents, if any, 2° their age; 3° their nationality, address and place of birth,; 4° their profession; 5° their parents’ names and surnames, nationality and the numbers of their identity documents —in case they are known to the intending spouses— their profession and address; 6° whether this is their first marriage and in case it is not, name and surname of the former spouse, place of marriage and the reason to dissolve the marriage”.

martes, 27 de marzo de 2012

"La muerte de Daniel Zamudio debe hacernos reflexionar como sociedad. Nunca más violencia y hostigamiento hacia personas LGBT"

Daniel Zamudio, un joven gay chileno, fue atacado por un grupo neonazi en las calles de Santiago de Chile. Sus victimarios lo quemaron con cigarrillos, lo golpearon violentamente y le cortaron una parte de su oreja. La agresión sufrida le causo la muerte tras una larga agonía
La Federación Argentina de lesbianas, gays, bisexuales y trans repudia y expresa su hondo pesar por la muerte del joven gay Daniel Zamudio en Chile, provocada tras un brutal ataque de un grupo Neonazi en Santiago de Chile. Asimismo expresa su acompañamiento a la familia y exhige justicia y castigo a los culpables.


El joven fue abordado por un grupo neonazi que lo atacó violentamente y le provocó heridas graves y como consecuencia de ellas, su muerte en las últimas horas. Este ataque se dió en momentos en que el parlamento chileno rechazó la aprobación de una ley de penalización de actos discriminatorios.


Al respecto Esteban Paulón, Presidente de la FALGBT expresó “estamos realmente tristes por la noticia de la muerte de Daniel Zamudio. Este ataque muestra con total crudeza el efecto concreto que la discriminación y el odio pueden tener sobre la vida de las personas LGBT. También evidencia el peligro que sufren los jovenes lesbianas, gays, bisexuales y trans por causa de su orientación sexual e identidad de género y cuánto falta por hacer en esta materia. Acompañamos a la familia de Daniel y a las organizaciones LGBT del país trasandino en la búsqueda de verdad, justicia y castigo a los culpables."


A su vez, María Belén Prieto, Secretaria de Juventud de la FALGBT, agregó "estamos todxs muy impactados y tristes por la noticia, esperamos que la justicia chilena encuentre a los responsables y avance en la aprobación de una ley antidiscriminatoria que incluya la diversidad sexual e identidad de genero. Esperamos que las fuerzas de seguridad identifiquen a estos grupos y estén custodiando los lugares que frecuentamos lxs jovenes LGBT y que pronto los parlamentos de Chile y Argentina (en nuestro caso el Senado Nacional que analiza la media sanción aprobada en Diputados de la reforma a la ley antidiscriminatoria) avancen en leyes mas eficaces e inclusivas de la diversidad sexual e identidad de genero."


Por su parte Alejandro Nasif Salum, Secretario de Relaciones Internacionales de la FALGBT expresó "entre varias materias pendientes, en nuestro país falta la aprobación de una ley de penalización de actos discriminatorios que incluya al colectivo LGBT. El año pasado en ocasión de ese debate en el Senado nacional vimos con estupor que muchas asesoras y asesores no comprendían la gravedad del tema. Casos como el de Daniel Zamudio deben hacernos reflexionar al respecto. Esperemos avanzar pronto en la sanción de esta ley tan necesaria para el combate a la discriminación.”

"El nuevo Código Civil debe reflejar una sociedad plural, diversa y plena de derechos"

Convocada a la presentación del anteproyecto de nuevo Código Civil y Comericla de la Nación, la FALGBT renovó su apoyo a la inclusión de importantes reformas legales y sociales que modernicen las relaciones de familia y amplíen derechos. Fertilización, adopción, subrogación, divorcio abreviado y contratos pre-matrimoniales figuran entre los puntos más salientes de la nueva ley.
La Federación Argentina de lesbianas, gays, bisexuales y trans informa que participará de la presentación del anteproyecto de nuevo Código Civil y Comercial de la Nación que realizará la Presidenta de la Nación, Cristina Fernández de Kirchner el martes 27 a las 18 hs. en la Casa Rosada, y que contempla tres leyes urgentes y lárgamente esperadas por el colectivo LGBT: nuevo régimen de adopción, reproducción humana asistida y maternidad subrogada. Asimismo incorpora el divorcio abreviado y los acuerdo pre-matrimoniales.


Dichas normas permitirán un pleno ejercicio de la ciudadanía para lesbianas, gays, bisexuales y trans y complementan el marco jurídico generado a partir de la aprobación de la Ley de Matrimonio Igualitario y la inminente aprobación de la Ley de Identidad de Género.


Al respecto Esteban Paulón, presidente de la FALGBT, expresó "tras la aprobación de la ley de Matrimonio Igualitario en julio de 2010 desde la FALGBT hemos apoyado e impulsado el debate en el parlamento de una nueva ley de adopción, de un régimen de reproducción humana asistida que incluya a las familias LGBT y de la regulación de la figura de maternidad y paternidad subrogada. Todas estas normas son urgentes e indispensables para el pleno ejercicio de la ciudadanía para el colectivo LGBT y para la igualdad de todas las familias."


Asimismo agregó "vamos a participar del debate de esta norma en el Parlamento para garantizar que la ley sancionada garantice la igualdad de derechos, sin ningún tipo de disciminación. Para ello hemos elaborado iniciativas propias al tiempo que sumaremos nuestra voz y mirada a las iniciativas de los diversos bloques políticos con los que venimos trabajando hace tiempo."


Por su parte Flavia Massenzio, Secretaria de asuntos jurídicos de la FALGBT expresó "este es un anuncio largamente esperado porque parte de estas leyes son demandas de nuestro colectivo que se hicieron fuertes tras la igualdad que obtuvimos con la aprobación de la ley de Matrimonio Igualitario. La tarea es garantizar avances legales con la mirada de la igualdad en sus contenidos."


La delegación de la FALGBT estará conformada por la Secretaria General y Presidenta de ATTTA Marcela Romero, la Secretaria de asuntos jurídicos Flavia Massenzio y la ex presidenta y actual legisladora porteña María Rachid.

lunes, 26 de marzo de 2012

El ataque neonazi a Daniel Zamudio es una muestra de cuánto falta en materia de discriminación LGBT

Daniel Zamudio, un joven gay chileno, fue atacado por un grupo neonazi en las calles de Santiago de Chile. Sus victimarios lo quemaron con cigarrillos, lo golpearon violentamente y le cortaron una parte de su oreja. Hace horas entró en estado de muerte cerebral.
La Federación Argentina de lesbianas, gays, bisexuales y trans repudia y expresa preocupación por el ataque neonazi sufrido hace semanas por el joven gay Daniel Zamudio en Chile y que provocara su muerte cerebral en las últimas horas.
El joven fue abordado por un grupo neonazi que lo atacó violentamente y le provocó heridas graves y como consecuencia de ellas, su muerte cerebral en las últimas horas. Este ataque se dió en momentos en que el parlamento chileno rechazó la aprobación de una ley de penalización de actos discriminatorios.
Al respecto Esteban Paulón, Presidente de la FALGBT expresó “estamos realmente tristes por la noticia de la muerte cerebral de Daniel Zamudio. Este ataque muestra con total crudeza el efecto concreto que la discriminación y el odio pueden tener sobre la vida de las personas LGBT. También evidencia el peligro que sufren los jovenes lesbianas, gays, bisexuales y trans por causa de su orientación sexual e identidad de género y cuánto falta por hacer en esta materia. Acompañamos a la familia de Daniel y a las organizaciones LGBT del país trasandino en la búsqueda de verdad, justicia y castigo a los culpables."
A su vez, María Belén Prieto, Secretaria de Juventud de la FALGBT, agregó "estamos todxs muy impactados y tristes por la noticia, esperamos que la justicia chilena encuentre a los responsables y avance en la aprobación de una ley antidiscriminatoria que incluya la diversidad sexual e identidad de genero. Esperamos que las fuerzas de seguridad identifiquen a estos grupos y estén custodiando los lugares que frecuentamos lxs jovenes LGBT y que pronto los parlamentos de Chile y Argentina (en nuestro caso el Senado Nacional que analiza la media sanción aprobada en Diputados de la reforma a la ley antidiscriminatoria) avancen en leyes mas eficaces e inclusivas de la diversidad sexual e identidad de genero."
Por su parte Alejandro Nasif Salum, Secretario de Relaciones Internacionales de la FALGBT expresó "entre varias materias pendientes, en nuestro país falta la aprobación de una ley de penalización de actos discriminatorios que incluya al colectivo LGBT. El año pasado en ocasión de ese debate en el Senado nacional vimos con estupor que muchas asesoras y asesores no comprendían la gravedad del tema. Casos como el de Daniel Zamudio deben hacernos reflexionar al respecto. Esperemos avanzar pronto en la sanción de esta ley tan necesaria para el combate a la discriminación.”

viernes, 23 de marzo de 2012

"El casamiento de Simón y Sergio en Rosario nos hace una sociedad mejor"

Hoy en la ciudad de Rosario (Santa Fe) se celebró el primer Matrimonio Igualitario entre turistas. El enlace fue entre Simón Cazal y Sergio López, activistas paraguayos fue posible gracias a una resolución gestionada por la FALGBT y VOX AC, que permite el matrimonio a todas las parejas que deseen celebrarlo con simples requisitos
La Federación Argentina de lesbianas, gays, bisexuales y trans celebra la realización del primer Matrimonio Igualitario de una pareja de turistas realizado el viernes en la ciudad de Rosario, lo que abre la puerta a miles de parejas de todo el mundo a acceder a los mismos derechos que los heterosexuales en todo el territorio nacional.
El enlace fue posible en virtud de una resolución de la Dirección de Registro Civil provincial que puso fin a una larga controversia sobre los requisitos en torno al domicilio que las parejas que desean casarse deben cumplimentar.
A partir de dicha resolución con un simple trámite y en un plazo de estadía razonable en la provincia (al menos 96 hs.) cualquier pareja del mundo (igualitaria o heterosexual) podrá contraer matrimonio de acuerdo a la legislación vigente.
El primer enlace unió en Matrimonio a dos activistas paraguayos, Simón Cazal y Sergio López, quienes contaron como testigas a la Intendenta municipal de Rosario Mónica Fein y la Diputada nacional (MC) autora de la ley de Matrimonio Igualitario, Silvia Augsburger.
Al respecto, Esteban Paulón, Presidente de la FALGBT expresó "estamos felices y orgullosos de que SImón y Sergio hayan podido casarse en nuestro país y con un simple trámite. Con esta medida Argentina comienza a exportar igualdad ya que de los 10 países que habilitan el Matrimonio Igualitario en el mundo, sólo Argentina lo garantizará para todos los habitantes del planeta."
Asimismo agregó "en momentos en que el mundo debate la igualdad de derechos para el colectivo LGBT Rosario ha dado un paso fundamental en la garantía efectiva de esa igualdad, permitiendo que todas las parejas del mundo que deseen casarse, puedan hacerlo en nuestro país. Sin dudas hoy somos una sociedad mejor."
Para leer el instructivo para la realización de matrimonios igualitarios de turistas, se solicita hacer click aqui.
Para bajar fotos del evento: Foto1 Foto2 Foto3 Foto4

"With the marriage of Simon and Sergio, Argentina started exporting equality to everyone"

On Friday March 23 at 11 pm. in the city of Rosario (Santa Fe - Argentina) a Paraguayan couple held the first Equal Marriage among tourists. The province of Santa Fe guarantees, through a resolution FALGBT and managed by the VOX AC, marriage to all couples wishing to celebrate with simple requirements
Argentina Federation of lesbian, gay, bisexual and transgender reports that on Friday March 23 at 11 pm. City Center City Center City of Rosario (Wheelwright and Paraguay) Equal Marriage held the first of a pair of tourists, which opens the door to thousands of couples around the world to access the same rights as straight across the country.

The link will be possible under a resolution of the Provincial Directorate of Civil Registry that ended a long controversy about the requirements around the home that couples wishing to marry must complete.

>From that decision with a simple process and stay within reasonable in the province (at least 96 hours.) Any two of the world (equal or straight) can marry according to the law.

The first link will unite in marriage two Paraguayan activists, Simon Cazal and Sergio Lopez, who will as witnesses to the Municipal Intendant of Rosario Fein and Rep. Monica national (MC) author of the Equal Marriage Act, Silvia Augsburger.

In this respect, Esteban Paulon, President of the FALGBT said "we are happy and proud that Simon and Sergio can get married in our country and with a simple procedure. With this export as Argentina begins to equality and that of the 10 countries that enable Marriage equal in the world, only Argentina will guarantee to all inhabitants of the planet. "

He also added "at a time when the world debates equal rights for LGBT Rosario a fundamental step in ensuring that effective equality, allowing all couples wishing to marry in the world, can do in our country. This possibility merely collect and ensure the rights enshrined in our Constitution is open to everyone in the world. "

To read the instructions for the realization of egalitarian marriages tourists are requested to click here